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Excertos de "Astrologia Egípcia" de François Suzzarini

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"Os Egípcios pareciam conhecer o segredo das linhas de forças telúricas cuja existência ainda hoje nos escapa. Todos os antigos lugares, todos os santuários, observavam o alinhamento com o megálito denominado Omphalos que, habitualmente, os flanqueava em faixas regularmente espaçadas que se estendiam pelo Mediterrâneo, Próximo Oriente e até mais longe. Este esquema regular cobre não somente os locais dos oráculos do mundo antigo mas também os lugares geodésicos dos antigos Egípcios que eram mestres nesta ciência «das águas». Os lugares geodésicos dos Egípcios delimitam os alinhamentos dos megálitos da Antiguidade. Os sacerdotes egípcios, como os das primeiras sociedades, pareciam estar obcecados pela idéia de que as constelações exerciam uma influência mágica ou divina sobre o homem.
(...)
A vida humana é rítmica tal como a das estrelas que nascem, crescem e desaparecem. Tudo é vibração, pulsação e respiração, tanto nos animais e plantas como no homem. Uma teoria científica recente procuraria provar que todo o universo «respira» a uma escala cósmica. Na realidade, trata-se de períodos de expansão alternando com fases de retração.

Nós somos parte integrante do Cosmos e sofremos radiações diversas, se bem que a sua intensidade — pelo menos daquelas que conhecemos — seja atenuada pelas diferentes camadas que envolvem a Terra, tais como a cintura de Van Allen, que atuam como um filtro. Para mais, somos feitos da mesma matéria que todo o Cosmos e funcionamos como ele. O nosso corpo é constituído por carbono, hidrogênio, oxigênio, azoto, enxofre e fósforo. Sabemos que em peso, o principal componente é a água (uma pessoa de 70 kg contém cerca de 40 kg de água!). Certos elementos do corpo podem combinar-se para formarem proteínas e lipídios, como o carbono e o hidrogênio, etc. Estes mesmos elementos formam também compostos simples, assim como os sais minerais: sódio, potássio, cloro, magnésio, cálcio, fósforo e ferro. Outros elementos minerais existem em muito pequena quantidade, é o caso do cobre, do zinco, do bom e do cobalto...

Os biorritmos

Os biorritmos conduzem ao estudo de três dos nossos estados essenciais, que são:
1. O ritmo mental (eficiência intelectual) que será em média de 33 dias;
2. O ritmo físico (forma) que será de 23 dias;
3. O ritmo emocional (força dos sentimentos motivadores) que será de 28 dias.

Cada ritmo possui a sua própria curva, independente das dos outros ritmos. Os momentos mais positivos, excepcionalmente ricos para o
indivíduo, serão aqueles que se situam no máximo atingido pelas três curvas simultaneamente. Estes momentos privilegiados são tão raros
que não valerá a pena falar deles. O cálculo dos ciclos físico, emotivo e intelectual necessita do conhecimento da data exata de nascimento. A descoberta dos dias positivos e negativos nos três ciclos requer cálculos complexos que desanimam a maior parte das pessoas. Existem calculadoras de bolso que indicam as datas exatas dos ritmos e os dias excelentes, neutros ou críticos.
Se tomarmos, por exemplo, o período de 23 dias do ritmo físico, notamos cinco estados em dente de serra:
1. plenitude ascendente da forma física em dezesseis dias;
2. má forma física em três dias;
3. período neutro num dia;
4. período crítico (quedas, acidentes musculares, etc...) em dois dias;
5. período neutro num dia. E assim sucessivamente.

Estes três ritmos afetam-nos pois no plano físico, intelectual e emotivo. Se não soubermos reconhecer os períodos favoráveis, se ignorarmos os nossos momentos de abatimento, se continuarmos a viver indiferentemente, ora possuídos por forças desconhecidas, ora deprimidos sob influência de pensamentos obscuros, seremos regidos por forças misteriosas, sofreremos o nosso destino, seremos sujeitos passivos dos nossos ritmos vitais. O ponteiro central do nosso relógio biológico não nos servirá de nada. Cada indivíduo, pelo seu temperamento pessoal, pela sua
personalidade própria, não aproveita da mesma maneira os períodos positivos dos seus três ritmos."

págs14,20

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